Se as maçãs tivessem dentes, o que aconteceria? Morder-nos-iam, claro! E se fizessem cócegas aos picles? Não amargavam nicles. Se abrirem este livro, também vão descobrir o que aconteceria se as tartarugas fossem galinhas, se os cogumelos tivessem cabelos, e outras absurdas e divertidas “se…tuações”. Publicado originalmente em 1960, este foi o primeiro livro que Shirley e Milton Glaser fizeram em conjunto e que agora a Bruaá recuperou numa edição que sairá não só em Portugal, mas também em Espanha, França, Itália, Estados Unidos e China.


Representada e distribuida em Portugal pela Bruaá, a Redstone Press é uma editora de livros e jogos surpreendentes. Das artes gráficas soviéticas até aos testes psicológicos, passando pela sua icónica agenda, com um tema diferente todos os anos, cada assunto é explorado de uma forma original e imaginativa. Visite a página da RedStone Press.


Eis as edições estrangeiras mais recentes dos nossos livros: A Casa que Voou em coreano, A Rainhas das Rãs em chinês e Tu Vês o que eu vejo? em italiano.
Mais uma dezena em preparação.



Depois de ter recebido o selo Altamente Recomendável FNLIJ 2016, na categoria tradução/adaptação, “A rainha das rãs não pode molhar os pés”, de Davide Cali e Marco Somà foi agora selecionado pela revista Crescer como um dos melhores livros do ano no Brasil.




Amigos, é com muita alegria que partilhamos convosco esta boa notícia: a Violeta Lópiz acaba de ser anunciada como a vencedora do Prémio Ilustrarte pelas ilustrações do livro Amigos do Peito, com texto de Claudio Thebas. Muitos parabéns, Violeta.
O júri desta edição formado por Serge Bloch (ilustrador, francês), Juanjo Oller, (editor e ilustrador, espanhol), Johanna Benz (ilustradora, alemã, vencedora da ILUSTRARTE 14) e Joana Astolfi (editora e designer, portuguesa), atribui também três menções especiais aos trabalhos da ilustradora belga Ingrid Godon, do ilustrador espanhol Jesus Cisneros e da ilustradora italiana Claudia Palmarucci. Aqui fica a lista dos 50 seleccionados


Nado e criado na redacção da revista Almanaque, este Divertimento surge a partir da “caixinha de tesouros” do designer Sebastião Rodrigues, quando Alexandre O’Neill abriu orelha sobre o silêncio embaraçado daqueles elementos tipográficos e lhes foi registando as vozes.




Estimados (e)leitores, “A casa que voou”, com texto de Davide Cali e ilustração de Catarina Sobral, é o novo e esvoaçante título desta casa. O seu avistamento nas costumeiras livrarias será possível lá para o final da próxima semana. Para já, podem espreitar aqui:


Para obter este desconto na T-shirt Dragão de Ed Emberey:
1º – Escolha um tamanho;
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3º – Siga para a página do cesto, insira o código “labiosaarder” e finalize a sua compra.

Comece aqui:



Que livro é este? Que animal é este? Segura a página contra a luz e verás.
Na maioria dos livros olhamos para a página de forma a ver as ilustrações, mas neste não. Para vermos a ilustração completa, e encontrar a solução para a adivinha proposta por uma pequena pista, há que olhar através das páginas. Criado por Ed Emberley no final dos anos 70, este livro-jogo nasceu sem prazo de validade. O seu design mantém-se fresco, e o original e engenhoso jogo de transparências demonstra uma vez mais a qualidade interactiva do papel, que não pára de surpreender leitores de todas as idades. Sem pilhas para gastar, este livro vai ser difícil de pousar.
 

E tu, vês o que eu vejo? | Bruaá Editora



Muito obrigado a todos os ilustradores, editores, agentes e amigos que partilharam connosco a sua “fantasia e invenzione”. Até breve.

Foto @ ZOO





O blogue inglês Picturebook Makers convidou a Violeta Lópiz a escrever sobre a gestação do livro “Amigos do Peito”. Aqui fica a ligação para o seu texto em que, com Lisboa como cenário e banda sonora de José Afonso, partilha os desafios encontrados no processo de construção deste álbum. A não perder.


“Amigo não tem apelido: amigo tem endereço”, escreve Cláudio Thebas, autor brasileiro que criou o texto ilustrado pela espanhola Violeta Lópiz. A proposta é associar a amizade a uma poética do espaço urbano, onde os apelidos das pessoas são substituídos por lugares. Sigam-nos.

– Carla Maia de Almeida, Revista Ler


Um livro sem palavras que nos diz tanto. Uma narrativa onde vemos reflectidos todos os nossos regressos e todos os reencontros nessa casa comum à qual desejamos sempre voltar. Regressamos a recordações de espaços, cheiros, sons e pessoas que nos acolhem na sua mesmice ou com a surpresa de pormenores que nos atingem pela primeira vez. Com o regresso vem o desarrumo das malas e das ideias que levávamos bem aconchegadas quando partimos. Mas acima de tudo, e porque nem tudo cabe nas malas, porque excede o peso, regressamos para renovar forças nos lugares, nas palavras e nos abraços de quem nos espera. Porque tudo começa e acaba na família, regressamos e regressaremos sempre.