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AMIGOS DO PEITO

Cláudio Thebas + Violeta Lópiz

Neste livro somos levados pela mão de um menino que mora num bairro como tantos outros. Ele quer falar-nos de amigos, amigos do peito. Para isso leva-nos pelas ruas do seu bairro, por sinal um bairro muito parecido com o nosso, onde encontramos uma escola, um bar, uma casa à esquina, um jardim, prédios... Mas estas ruas e casas não são a única coisas que nos parecem familiares, também a voz do menino nos soa familiar. Ler +

   
   
 

HERBERTO

Lara Hawthorne

Herberto é uma lesma e para ele a vida não podia correr melhor. A sua ocupação diária: comer montanhas de alface com os seus amigos até a sua barriga ficar cheia e ser hora de dormir. No entanto, um dia, mais um em busca da alface mais saborosa que possa encontrar, Herberto cruza-se com alguns animais muito ocupados nas suas criações. Admirado com as capacidades extraordinárias que demonstram, Herberto elogia estes verdadeiros artesãos, enquanto secretamente deseja criar como eles. Ler +

   
   
 

ESTAVA A PENSAR...

Sandol Stoddard e Ivan Chermayeff

Uma cena de todos os dias: um adulto apressado tenta que uma criança obedeça ao seu ritmo e aos seus pedidos. Do outro lado, uma imaginação sem horários e sem pressas que parece crescer a cada frase impaciente do adulto. Dois mundos em rota de colisão de onde sobressai o mantra “Estava a pensar”, uma torrente de pensamento nascida da constante curiosidade pelo mundo, no encantamento pelas coisas que nos rodeiam desde as partículas de pó que flutuam e brilham ao sol até aos números mais selvagens que ousemos pensar... Ler +

   
   
 

guarda como um segredo

Sandol Stoddard e Ivan Chermayeff

Quando alguém nasce inauguram-se sempre duas novas realidades: a de um bebé e a daqueles que lhe dão as boas-vindas e se vêem confrontados com o que dar, mostrar ou dizer a quem acaba de chegar a este mundo não sabendo nada ou quase nada. Como receber da melhor maneira este novo membro da família e apresentá-lo aos mistérios da vida? Por onde começamos com esta bela criatura adormecida? Por um brinquedo para ele ver, por algo perfumado para ele cheirar?... Ler +

   
   
 

UM NOME PARA O CÃO

Ivan Chermayeff

Este livro faz-se com a conversa entre um rapaz e uma rapariga que tentam dar um nome a um cão. Que género de cão? Não sabemos. O cão ainda não existe, ou melhor, existe mas ainda não lhes pertence. Mas será um ele ou uma ela?
Dar um nome a um animal é um assunto muito sério e nem sempre fácil, especialmente se houver um casamento em jogo e os noivos não conseguirem chegar a um acordo. As escolhas são infinitas, porque há nomes mais alegres que outros, nomes só com quatro letras, nomes com cores... Ler +

   
   
 

O JARDIM DE BABAÏ

Mandana Sadat

“O Jardim de Babaï é um livro “enganador” na sua aparente simplicidade de recursos. À primeira vista parece que nos encontramos diante de um relato construído sobre um conhecido modelo dos contos de tradição oral, acompanhado de belas ilustrações. Num primeiro encontro com o livro talvez a nossa atenção seja atraída pela presença de duas línguas, percursos de leitura em direcções contrárias, a técnica da ilustração e pouco mais. No entanto, são estes elementos construtivos e outros que, se olhados com maior atenção, nos darão conta de um livro deliberadamente ambíguo, aberto... Ler +

   
   
 

Arturo

Davide Cali e Ninamasina

«De repente, virei a cabeça e tu já não estavas. Perdeste-te?», diz Arturo, ao aperceber-se que ficou sozinho. Quem o passeava desapareceu. Dessa pessoa nada sabemos: homem ou mulher, rica ou pobre, nova ou velha, porque talvez nada disso interesse a um cão. Basta-lhe o facto de ser o seu dono e companheiro. Apenas isso para que ao longo do livro nos revele o seu amor incondicional numa procura incessante, numa construção de um antigo e bem conhecido modelo de entrega, dádiva e amizade, que nada pede em retorno. Ler +

   
   
 

A RAINHA DAS RÃS NÃO PODE MOLHAR OS PÉS

Davide Cali e Marco Somà

Era uma vez um lago, e nesse lago havia rãs. Rãs que passavam os dias a fazer coisas de rãs: saltavam e apanhavam moscas, dormiam sestas ou brincavam com as libélulas”, ao fim e ao cabo, bichos tão parecidos connosco no partilhar da fragilidade das rotinas. Mas a segurança oferecida pela repetição, revela-se afinal sempre débil quando quebrada pelo imprevisto, pela mínima variação do curso natural das coisas. Ler +

   
   
 

o tigre na rua

Antologia poética ilustrada por Serge Bloch

Da mesma forma que pensamos e nos admiramos como pode um tigre, sem mais nem menos, aparecer na rua, tal como no poema de Daniil Harms, também com igual surpresa reagimos ao facto da poesia andar tão arredada do dia-a-dia de tanta gente. Rendidos aos lugares comuns, impávidos e serenos face à uniformização cultural, adormecidos por discursos palavrosos, assistimos ao delapidar do carácter luminoso e dissonante da palavra. Ler +

   
   
 

NA FLORESTA DA PREGUIÇA

Anouck Boisrobert e Louis Rigaud

Depois de uma brilhante estreia com Popville, Anouk Boisrobert e Louis Rigaud confirmam neste segundo livro o talento que lhes foi unanimemente reconhecido pela crítica internacional. Desta feita, com a participação de Sophie Strady, autora do poético texto que encontramos neste livro, e que começa desta forma: Tudo é verde, tudo é vida na floresta da preguiça. Gorjeiam os pássaros, enroscam-se os gatos à sombra das palmeiras, os papa-formigas aspiram insectos como que através de uma palhinha… e a preguiça – estás a vê-la? Ler +

   
   
 

O URSO E O GATO SELVAGEM

Kazumi Yumoto e Komako Sakai

Um dia de manhã, o urso estava a chorar. O seu amigo passarinho tinha morrido. Eis as primeiras frases de um livro singular e comovente, cujo texto poético e depurado nos envolve numa atmosfera de emoções profundas, despoletadas pelos temas da amizade e da morte: o suportar a perda de um amigo, o luto que se desenrola entre a solidão e a revolta, a incompreensão, as memórias, a despedida e a promessa de um novo começo. Ler +

   
   
 

ESQUECI-ME COMO SE CHAMA

Daniil Harms e Gonçalo Viana

“Esqueci-me como se chama” reúne 10 textos da obra infantil de uma das vozes mais originais da literatura russa do séc. XX: Daniil Harms.
Histórias e poemas humorísticos, sempre dominados por uma visão absurda, subversiva e carnavalesca do quotidiano, onde ficamos a conhecer a Lenotchka, que frustra todas as tentativas do seu amigo Igor para escrever uma história, porque, segundo ela, todas as histórias por ele imaginadas já foram escritas. Assistimos a um hilariante diálogo sobre uma visita a um jardim zoológico e a uma corrida que alguns animais fazem para descobrir quem será o mais rápido. Ler +

   
   
 

na noite escura

Bruno Munari

Para entendermos o livro “Na Noite Escura”, devemos começar por dizer que no princípio era o livro ilegível: um género de livro sem texto, cujas imagens abstractas se vão transformando ao folhear as páginas, seguindo o mesmo processo dos fotogramas. Segundo Munari, estes livros tinham como finalidade experimentar todas as opções de comunicação visual e técnicas de impressão que não envolvessem palavras. Como consequência de todo esse processo de experimentação surge o livro “Na Noite Escura”. Ler +

   
   
 

isto ou aquilo?

Dobroslav Foll

É uma cegonha? É uma tesoura? É isto ou aquilo, conforme o que o nosso olhar quiser. 47 anos depois da sua edição original, na Checoslováquia, com o título Co se cemu podobá?, eis que nos chega mais um livro intemporal. Um livro-jogo que se deixou encontrar num alfarrabista em Praga. Sobrepondo sobre a ilustração um acetato raiado, e deslocando-o para a esquerda ou para direita, descobrem-se duas imagens diferentes na mesma página: uma cegonha que se transforma numa tesoura, uma borboleta em livro, um serrote em crocodilo, etc. Ler +

   
   
 

o arenque fumado

Charles Cros e André da Loba

A origem deste poema esteve numa história que Charles Cros contou uma noite ao seu filho Guy. Escrito em 1872, é publicado primeiramente numa versão em prosa e em 1873 aparece em verso, tal qual o conhecemos hoje, na colectânea de textos de Cros Le Coffret de santal.

O sucesso deste poema, decorado e dito por gerações de franceses até aos nossos dias, tal como outros textos de Charles Cros, contribuem para o aparecimento do monologue fumiste, género muito divulgado pelo humorista Coquelin Cadet, que encoraja Cros e outros escritores a escrever novos textos que obedeçam a esta estrutura:  texto cómico, curto, com uma só personagem e de ritmo rápido. LER +

   
   
 

POPVILLE

Anouck Boisrobert e Louis Rigaud

Ao enveredar pela técnica pop-up, alguns autores não têm conseguido resistir à construção de uma espécie de livro-espectáculo, onde cores, formas e volumes se atropelam e lutam ruidosamente entre si até não restar um único espaço de silêncio e respiração. Tavez isto explique a recepção que Popville teve a nível mundial. Um livro que surgiu contracorrente, numa verdadeira lição dessa rara sobriedade e elegância gráfica. Uma espantosa lição dada, logo ao primeiro livro, por Anouck Boisrobert e Louis Rigaud. LER +
   
   
 

QUEM QUER UM RINoCERONTE BARATO?

Shel Silverstein

Todos sabem que os benefícios de ter um rinoceronte em casa são imensos. Ou não? Enfim, não serão todos... na verdade, talvez umas 4 pessoas... Bom, para aqueles que nunca pensaram nisso, acaba de chegar o livro que pode ajudar a compreender melhor o que estamos a tentar dizer: “Quem quer um rinoceronte barato?” de Shel Silverstein.
Publicado em 1964, este é o livro onde finalmente se explica o que este fantástico mamífero perissodáctilo é capaz de fazer para além de ruminar nas savanas e florestas tropicais da África e Ásia. LER +
   
   
 

LÁgrimas de crocodilo

André François

– Lágrimas de crocodilo!
– O que é que são LÁGRIMAS DE CROCODILO?
– Tu estás a chorar lágrimas de crocodilo.
– Mas o que é que são LÁGRIMAS DE CROCODILO?
– Eu vou explicar-te o que são lágrimas de crocodilo.

 

Assim começa o livro escrito e ilustrado por André François e publicado em 1956 pelo seu grande amigo Robert Delpire, uma lenda viva da edição e da fotografia francesa. LER +
   
   
 

o livro negro das cores

Menena Cottin e Rosana Faría

A subtileza deste livro demonstra a beleza da percepção do mundo através dos nossos sentidos e na sua complementaridade. Convidando-nos a reflectir sobre como será aquilo que nos rodeia para quem não vê, esta grande obra obriga-nos a reformular o mundo através dos seus cheiros, sabores, texturas, sons; a recriar, de forma imaginativa, as coisas que nos envolvem. Um livro que nos lembra que há sempre mais para além do que vemos, um livro para redescobrir a riqueza sensorial do nosso corpo e determo-nos na beleza oferecida por essa sensibilidade. Exceptuando o texto, todo o livro é negro. LER +
   
   
 

o ponto

Peter Reynolds

Eis um breve e simples livro que diz tanto. A Vera está sentada com um papel em branco à sua frente e garante:“Eu não sei desenhar!”. A professora pede-lhe: “Tenta fazer uma marca qualquer e vê onde ela te leva.”  A Vera crava um ponto na folha e a professora pede-lhe que assine. Na semana seguinte, a Vera vê o seu ponto “numa magnífica moldura dourada”. A partir daí, a Vera irá explorar a sua criatividade(...)
Reynolds inspira-nos e a forma como finaliza a história dá vontade de abraçar o livro. LER +
   
   
 

A GRANDE QUESTÃO

Wolf Erlbruch

Na capa, a criança de Wolf Erlbruch abre os braços, num sinal de interrogação, em cima de uma meia lua, que não é mais do que a Terra quando espreitamos a contracapa. Ela coloca a grande questão que nunca será enunciada: “Porque estou eu aqui na Terra?”
Em cada dupla página o autor dá respostas com humor, insólitas e ao mesmo tempo pertinentes. O número três responde: “Para saberes, um dia, contar até três”; a morte “Estás aqui para amar a vida”; o pato: “Não faço ideia”... depois vem a vez dos pais que alternativamente afirmam o seu amor: “ Porque a tua mãe e eu nos amamos”; “Estás aqui para eu te amar". LER +
   
   
 

EU ESPERO...

Davide Cali e Serge Bloch

Uma extraordinária metáfora da vida dada por um fio que corre, passando de página para página (desde a folha de rosto até à página final preenchida com o fio apanhado em meada), e que arrasta acontecimentos marcantes que constroem um ser na sua plena dimensão humana. Vida feita de alegrias e tristezas, mas com a espera sempre como elemento recorrente. LER +
   
   
 

A ÁRVORE GENEROSA

Shel Silverstein

Este livro é o mais conhecido do escritor e ilustrador norte-americano Shel Silverstein. O clássico, escrito em 1964, comoveu gerações com a história de uma árvore e um menino. Com poucas palavras, Silverstein fala da relação entre o homem e a natureza, onde uma árvore oferece tudo a um menino, que a deixa de lado ao crescer ao mesmo tempo que se torna num homem egoísta. Mas para agradar ao menino que ama, a generosidade desta árvore não tem fim - ainda que isto signifique a sua própria destruição. LER +
   
   
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