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O REGRESSO

Natalia Chernysheva

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Um livro sem palavras que nos diz tanto. Uma narrativa onde vemos reflectidos todos os nossos regressos e todos os reencontros nessa casa comum à qual desejamos sempre voltar.

QTD

SOBRE

Um livro sem palavras que nos diz tanto. Uma narrativa onde vemos reflectidos todos os nossos regressos e todos os reencontros nessa casa comum à qual desejamos sempre voltar. Regressamos a recordações de espaços, cheiros, sons e pessoas que nos acolhem na sua mesmice ou com a surpresa de pormenores que nos atingem pela primeira vez. Com o regresso vem o desarrumo das malas e das ideias que levávamos bem aconchegadas quando partimos. Mas acima de tudo, e porque nem tudo cabe nas malas, porque excede o peso, regressamos para renovar forças nos lugares, nas palavras e nos abraços de quem nos espera. Porque tudo começa e acaba na família, regressamos e regressaremos sempre.

Detalhes

Autores

Natalia Chernysheva

Formato

240X180mm

Páginas

36

ISBN

978-989-8166-25-8

AUTORES

Nascida em Sverdlovsk, na Rússia, Natalia Chernysheva estudou na Academia Federal de Arquitetura e Arte dos Urais, tendo-se formado em multimédia e animação. Trabalhou como animadora e criadora de personagens em diversos filmes animados, tendo-se estreado como realizadora com o filme "Floco de neve". Mais recentemente, estudou na escola La Poudrière, em França, onde realizou os filmes "Amigos" e "O regresso", que acaba por transformar em livro para a Bruaá.

CRÍTICA

Quem já teve a sensação, ao voltar a um lugar de infância, de que afinal as coisas e os espaços não são tão grandes como na nossa memória? Voltar à velha escola primária, por exemplo. Os corredores afinal são estreitos e o pé direito não é assim tão alto. O cérebro prega-nos rasteiras nesta coisa das lembranças de infância. É como reencontrar uma tia, ou uma avó, que já não vemos há algum tempo, e quando ela nos aperta nos braços, ou nos serve uma fatia de bolo, voltamos a ter cinco anos. Este livro, sem palavras, relembra-nos esses momentos. De como de gigantes passamos a anões por causa de um cheiro, de um sabor ou de uma imagem. Poético. Ana Kotowicz, Jornal i

Neste álbum sem texto, uma adulta revisita o lugar da infância onde reencontra a avó, o paladar da fruta do seu jardim, o odor dos seus cozinhados, a doçura do seu beijo e o conforto do seu abraço. Adaptado de uma animação da mesma autora, a ausência de movimento a que o livro obriga confere-lhe mais emoção que se suspende a cada virar de página. Andreia Brites, O Bicho dos Livros

Ilustrar sentimentos e emoções fugidias é uma das potencialidades mais exploradas pelos "picture books". Quando esse trabalho é conseguido sem recurso à palavra e sem espartilhos de idades, temos obra. Carla Maia de Almeida, Revista LER​

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UM LIVRO SEM PALAVRAS QUE NOS DIZ TANTO.