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SE AS MAÇÃS TIVESSEM DENTES

Shirley Glaser + Milton Glaser

14.00 12.60

Se as maçãs tivessem dentes, o que aconteceria? Morder-nos-iam, claro! E se fizessem cócegas aos picles? Não amargavam nicles.

QTD

SOBRE

Se as maçãs tivessem dentes, o que aconteceria? Morder-nos-iam, claro! E se fizessem cócegas aos picles? Não amargavam nicles. Se abrirem este livro, também vão descobrir o que aconteceria se as tartarugas fossem galinhas, se os cogumelos tivessem cabelos, e outras absurdas e divertidas “se…tuações”. Publicado originalmente em 1960, este foi o primeiro livro que Shirley e Milton Glaser fizeram em conjunto. Uma lista de todo o tipo de objectos e animais que desafiam definições e nos arrastam para um mundo sem sentido e disparatado repleto de ilustrações de cores vibrantes que conseguem ser tão divertidas e improváveis como o texto. Um livro hilariante, colorido, cuja fórmula vai ficar connosco e alastrar a tudo à nossa volta.

Detalhes

Autores

Shirley Glaser + Milton Glaser

Formato

175X220mm

Páginas

36

ISBN

978-989-8166-32-6

FOLHEAR

AUTORES

Nascido em 1929, Milton Glaser encontra-se entre os mais celebrados designers gráficos norte-americanos. Estudou na High School of Music and Art e na Cooper Union em Nova Iorque e, através de uma bolsa Fulbright, na Academia de Belas Artes de Bolonha, em Itália. Co-fundou o revolucionário estúdio Pushpin em 1954, fundou a New York Magazine com Clay Felker em 1968 e funda a Milton Glaser, Inc. em 1974. Ao longo da sua carreira, Glaser tem sido um criador prolífico de cartazes e gravuras. A sua obra foi exposta um pouco por todo o mundo, incluindo uma mostra individual no Centro Georges Pompidou, em Paris, e no Museu de Arte Moderna, em Nova Iorque. Entre os inúmeros prémios recebidos ao longo dos anos, recebe em 2004 o Lifetime Achievement do Smithsonian Cooper-Hewitt, National Design Museum, pela sua profunda, significativa e duradoura contribuição para a prática contemporânea do design.

CRÍTICA

É de 1960, este livro, e felizmente a editora Bruaá continua a desenterrar estes pequenos tesouros da história da literatura infantil. Foi o primeiro feito, em conjunto, pelo casal norte-americano Shirley e o Milton Glaser, ela escritora, ele designer (é dele o célebre símbolo de Nova Iorque I ♥ NY). Se as Maçãs Tivessem Dentes é um passeio maravilhoso pelo mundos dos ses ou, como diz a Bruaá, por “absurdas e divertidas se…tuações”. Em verso e com a imaginação solta, Shirley Glaser vai imaginando o que aconteceria se, se, se… as tartarugas fossem galinhas, os porcos usassem cabelo postiço, um jacaré se disfarçasse de mala, os cogumelos tivessem cabelos, os ovos fossem transparentes… Milton Glaser acompanha o devaneio com ilustrações divertidas e coloridas, que nos levam por esse universo deliciosamente disparatado dos ses adentro. Gabriela Lourenço, Revista Visão

Partindo da conjunção «Se», Shirley e Milton Glaser, referência do design gráfico, fizeram uma viagem ritmíca a um mundo alternativo, onde «se as zebras andassem de pijama de dia nunca ninguém notaria». Ou «se os ovos fossem de vidro, via-se quem lá estava escondido». A obra foi originalmente lançada nos anos 1960, mas as divertidas ilustrações não saíram de moda. Marlene Rendeiro, Revista Evasões

Um exercício de "e se", ou se quiser uma perspectiva pedagógica para aprender a usar o conjuntivo. Se as maçãs tivessem dentes lança-se numa especulação que nunca deixa de fazer sentido - afinal, se esta futa tivesse dentes aquela história do pecado original estava embargada e o logotipo da Apple tinha de ser redesenhado. O texto de Shirley Glaser com frases curtas e às vezes rimantes como "se um jacaré se disfarçasse de mala, emalava que fosse comprá-la" completa-se com as ilustrações coloridas de Milton. Catarina Moura, Revista Time Out

Independentemente do propósito de quem o criou, o resultado é o leitor ficar a imaginar “ses” em tudo o que tropeça. E nada tem que ver com a famosa canção “se eu fosse rico” (embora nos lembrássemos dela). Aqui, a riqueza maior é o acto de imaginar e subverter os sentidos que o mundo (real) nos oferece.. Rita Pimenta, Letra Pequena

Categoria:

SE OS COGUMELOS TIVESSEM CABELOS, NÃO ERA EU QUE IA COMÊ-LOS...