númeras vezes traduzido e premiado, este álbum de pequeno formato, recentemente editado pela Bruaá, procura sensibilizar os seus leitores (não só infantis) para a importância do estímulo à criação artística, ao mesmo passo que vem desmitificar a birra, mostrando a relevância de reforços positivos e do encorajamento na criança para o fortalecimento da sua auto-confiança. N’O Ponto, Vera teima em deixar a sua folha em branco, afirmando não saber desenhar, até que, por incentivo da professora, a menina cessa com as suas renitências e aceita deixar no papel uma pequena marca: um único e simples ponto que se anunciará, na verdade, como o verdadeiro ponto de partida para o brilhante percurso artístico da pequena protagonista, cujos trabalhos assinados e emoldurados se revelarão autênticas obras de arte. Pautado por uma economia verbal, assim como pela contenção e leveza do traço, este livro extremamente original surpreenderá e inverterá as expectativas de qualquer leitor. Uma verdadeira lição sobre a legitimidade da liberdade do acto criador.
— Carina Rodrigues | Casa da Leitura
Nesta inspiradora e cativante história, Reynolds demonstra o poder de um pequeno encorajamento. Uma narrativa textual e pictórica mínima traduzem a frustração de Vera que amua junto à sua folha em branco no final da aula de desenho: “Eu não sei desenhar!” A professora sabiamente responde: “Tenta fazer uma marca qualquer e vê onde ela te leva.” A renitente rapariga pega num marcador e crava-o na folha fazendo um pequeno ponto. A professora devolve a folha à Vera e pede: “Agora, assina.” Quando a Vera regressa na semana seguinte, encontra o seu desenho assinado pendurado por cima da secretária da professora, o que inspira a potencial artista a voos mais altos. Algumas páginas mais tarde, são-nos revelados os inúmeros pontos da Vera (até mesmo uma pequena escultura com o mesmo motivo) na exposição de arte da escola, onde um rapaz a elogia por ser uma “artista incrível”. Quando ele insiste na ideia de não saber desenhar, a Vera vai emular a professora no seu exemplo de encorajamento. Feitas em aguarela, tinta e chá, as simples e delicadas ilustrações de Reynolds exalam frescura e um tom quase infantil. Oferecendo um raro equilíbrio entre subtileza e hipérbole, este álbum de pequeno formato dará aos jovens artistas mais reticentes o estímulo e o encorajamento necessários à espontaneidade na sua expressão artística. Reynolds consegue exactamente o mesmo que a sua personagem principal: criar um trabalho notável a partir de um início enganadoramente simples.
— Publishers Weekly
Num álbum de grafismo original, Vera afirma não saber desenhar e todos os seus esforços serão, portanto, em vão. Até ao momento em que a sua professora lhe pede para fazer uma marca qualquer. É uma descoberta. Contra todas as expectativas, este ponto é o início duma grande carreira artística. À descoberta dos talentos escondidos... e, sobretudo, duma sólida auto-confiança.
— Ricochet-Jeunes
Esta pequena jóia de livro conta a história de Vera... É o princípio de uma paixão por pontos de diferentes cores, tamanhos e padrões. Uma maravilhosa lição sobre o que é a arte.
— Washington Post
Um conto sábio e encantador para todas as idades.
— Yellow Brick Road
Noutras mãos, esta história sobre o poder do espírito criativo poderia tornar-se num sermão de pendor moralista, mas Reynolds consegue manter a voz fresca e a mensagem subtil.
— Book Links
"A simplicidade em si mesma, tal como o ponto do título, este pequeno livro carrega uma grande mensagem.”
— Booklist
"O ponto" é um pequeno álbum com um grande, quente e vibrante ponto laranja na capa. Dentro, nada mais nada menos que a exploração da origem da criatividade. A exploração hábil da urgência da criação artística; um tópico sempre difícil, mas ao qual Peter Reynolds dá a volta de uma forma divertida."Eu não sei desenhar!" diz Vera. A sua professora sugere uma forma de criar sem ficar bloqueado nos pormenores. O seu primeiro passo é convencer a Vera a fazer uma marca qualquer no papel, em seguida pedir-lhe que assine a sua obra e por fim emoldurá-la; eis o mercado artístico numa breve "pincelada".
— Yellapalooza
PRÉMIOS
The Christopher Award
Oppenheim Toy Portfolio Platinum Award Winner
Irma S. and James H. Black Honor - Bank Street College of Education
Chicago Public Library Best Books for Children and Teens
Nick Jr. Family Magazine - "Best of 2003" Awards - "Most Inspiring Book"
Borders Original Voices Selection
Best Book of the Year - Valerie Lewis "Children's Book
Book Sense 76 selection
Babyzone Amazing Book Awards 2003
Book Links Editor's Best of 2003
Chapman Awards for Best Classroom Read-Alouds
1er Prix lab-elle adulte |