O disparate é coisa de miúdos e graúdos

Em “Esqueci-me como se chama” temos os dez mandamentos do disparate: uma história que nunca o chega a ser; uma conversa sobre o jardim zoológico em se confunde um leão com um tentilhão; uma louca corrida à volta de um lago entre um leão, uma girafa, uma avestruz, um veado, um alce, um cavalo selvagem e um cão; uma estranha motivação para enfiar colheres de óleo de peixe garganta abaixo; um ouriço armado em corajoso; um problema de linguagem à volta do nome de uma das muitas gueixas do galo de capoeira; uma espécie de ensaio sobre a forma mais sensata de levar um burro casmurro a entrar nas portas da cidade; o estranho desaparecimento de Karl Ivánovitch; um circo de nome Printinpram, que oferece um programa espectacular; uma viagem a custo zero, por entre muita discussão, ao Brasil (ou será Brasíluvo?). Continuar a ler
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