LABORATÓRIO CRIATIVO | OFICINA DE ESCRITA
CAE – Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz

9 de março | 10h30-12h30 | 14h30-16h30

O LABORATÓRIO CRIATIVO é um projeto que quer criar espaço e tempo para a experimentação, criatividade e partilha nas áreas nas áreas do cinema, literatura, música, teatro e artes plásticas, em parceria com entidades, autores e artistas com trabalho proeminente em cada uma destas áreas.

Nos meses de março e abril trabalhamos em conjunto com a Bruaá Editora.

Começamos dia 9 de março com a OFICINA DE ESCRITA, a partir da obra “Coisas que Acontecem“, Prémio Branquinho da Fonseca 2017 Fundação Calouste Gulbenkian/ Expresso, dinamizada pela autora, Inês Barata Raposo, licenciada em Ciências da Comunicação, com uma pós-graduação em Artes da Escrita e mestrado em Edição de Texto.

Às 10h00 decorrerá a sessão de apresentação da obra, seguida da oficina entre as 10h30-12h30 e 14h30-16h30.
A participação na oficina tem o valor de 4,00 euros e de 2,00 euros para os jovens entre os 14 e os 18 anos.

Inscrições e mais informações através do telefone 233 407 200 ou do e-mail bilheteira@cae.pt


Aos sábados, sempre às 16h45, reunimo-nos à volta de um punhado de histórias na livraria do Convento São Francisco, em Coimbra.
Apareçam e tragam um amigo também. Entrada livre!

Era não era
no tempo da era
seis caracóis
numa panela
Eu a mexer
e tu a lamber
O caldo que ficar
é pró primeiro que falar.


Já alguma vez gastaram as vossas últimas moedas num gelado e ele vos caiu ao chão? Já vos ofereceram uma prenda que já tinham e não puderam dizer nada? Já tiveram sarampo no dia do vosso aniversário? Já partilharam segredos com um melhor amigo e depois descobriram que ele já não era o vosso melhor amigo? Estes e outros infortúnios fazem parte do hilariante compêndio que é “Miséria”, um livro onde tanto miúdos como graúdos de boa memória se verão refletidos na difícil arte de ser criança, tantas vezes dissimulada por uma visão romantizada da infância, essa miserável e delico-doce ficção criada pelos adultos que não se apercebem o quão miseráveis as crianças de podem sentir.


“Dizem que os adolescentes não sabem nada sobre a vida. Por isso, nos casos raros em que sei alguma coisa, faço questão de não dizer a ninguém. Há certos perigos em partilhar pensamentos profundos quando se tem uma colónia de acne acampada na testa – não é por acaso que vos estou a falar em regime de anonimato.”
Coisas que acontecem, o primeiro livro de Inês Barata Raposo, e também o primeiro título da colecção juvenil da Bruaá Editora, é uma história sobre amizade e o fim da amizade na adolescência. Uma obra que o júri do Prémio Branquinho da Fonseca premiou pela sua destreza narrativa, plasticidade da linguagem e por uma inusitada capacidade de usar a ironia e um aprofundado sentido de humor para aludir a alguns dos temas centrais da vida de uma adolescente.

 


Já não falta tudo para partilhar convosco o primeiro livro da colecção juvenil da Bruaá, que não podia começar de melhor forma. Até breve.





Um livro singularmente divertido, de um escritor singular, onde cada página começa com a palavra “Supõe”, enviando-nos para uma série de cenários plenos de impossibilidade e disparate. Todos sabemos que há muitas coisas que não devemos fazer. Claro. Mas será que podemos evitar pensar nelas? Eis uma coleção de excêntricas possibilidades que certamente irão estimular a imaginação de cada leitor: “Supõe que eu podia ser do tamanho que eu quisesse…”; “Supõe que juntava cabelo de um cabeleireiro e o enviava em caixas a pessoas que não gostasse.”; “Supõe que uma velha cartomante previa que eu iria numa longa viagem e só para a contrariar ficava em casa o resto da minha vida…”.
Supõe que lias o livro “Supõe…” e te rias tanto que não conseguias parar durante o resto da tua vida.


Um dia de loucos: Trinta ossos duros de roer” é um dos cerca de noventa programas de rádio para crianças que Walter Benjamin, um dos mais influentes pensadores do século XX, escreveu e apresentou na rádio alemã entre 1927 e 1933. Depois da edição original em português, ilustrada pela Marta Monteiro, viaja agora para a Polónia e Coreia do Sul. Saibam mais sobre este livro aqui.

 


Um rei e o seu povo vivem em paz até ao dia em que a chegada de um estranho deixa o país numa grande agitação. Ele não se parece com eles. Na verdade, este estranho parece ser tão diferente que as pessoas encontram grande dificuldade em falar com ele, optando pelo caminho fácil da suspeição num cenário infelizmente já familiar: guardas, políticos ignorantes, a ameaça da força militar… “O estranho”, novamente relevante nos nossos dias, é uma pequena história repleta de grandes temas, e que celebra de forma esperançosa o triunfo da aceitação e da empatia sobre a ignorância e o preconceito.





Para além da loja virtual, recordamos que também nos podem visitar na nossa loja do CAE – Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz. Neste espaço, para além dos nossos livros, também encontram uma cuidada selecção de editoras nacionais e internacionais, assim como outras surpresas, tanto para adultos como crianças. Por isso, se passarem pela mítica Praia da Claridade nestas férias, visitem-nos. Se já cá estão, até já.

Horário: Segunda a Sexta-feira: 15-19h | Sábado: 10-13h + 15-19h — em Figueira da Foz.






Se as maçãs tivessem dentes, o que aconteceria? Morder-nos-iam, claro! E se fizessem cócegas aos picles? Não amargavam nicles. Se abrirem este livro, também vão descobrir o que aconteceria se as tartarugas fossem galinhas, se os cogumelos tivessem cabelos, e outras absurdas e divertidas “se…tuações”. Publicado originalmente em 1960, este foi o primeiro livro que Shirley e Milton Glaser fizeram em conjunto e que agora a Bruaá recuperou numa edição que sairá não só em Portugal, mas também em Espanha, França, Itália, Estados Unidos e China.


18 de janeiro + 15 de fevereiro na Biblioteca Municipal de Santo Tirso.

“Entrei numa livraria. Pus-me a contar os livros que há para ler e os anos que terei de vida. Não chegam! Não duro nem para metade da livraria! Deve haver certamente outras maneiras de uma pessoa se salvar, senão… estou perdido.”
José de Almada Negreiros, in A Invenção do Dia Claro

Provocados pelas palavras de Almada Negreiros, propõe-se neste encontro uma conversa em torno da edição para a infância, e não só, em Portugal e no mundo. Com recurso a exemplos práticos, e às vivências e experiências de cada um dos participantes, vamos procurar chegar a uma definição de literatura infanto-juvenil e analisar a oferta existente no mercado actual, onde coabitam boas práticas com estereótipos e equívocos recorrentes na produção para a infância. Com estes e outros tópicos de discussão, é nosso objectivo reunir um conjunto de ferramentas pronto a usar na hora de escolher entre os tais “tantos livros” que estão hoje à nossa disposição.


Representada e distribuida em Portugal pela Bruaá, a Redstone Press é uma editora de livros e jogos surpreendentes. Das artes gráficas soviéticas até aos testes psicológicos, passando pela sua icónica agenda, com um tema diferente todos os anos, cada assunto é explorado de uma forma original e imaginativa. Visite a página da RedStone Press.


Eis as edições estrangeiras mais recentes dos nossos livros: A Casa que Voou em coreano, A Rainhas das Rãs em chinês e Tu Vês o que eu vejo? em italiano.
Mais uma dezena em preparação.