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A CASA QUE VOOU

Davide Cali + Catarina Sobral

14.00 12.60

Chegar a casa depois de um dia de trabalho e encontrá-la a voar. Ora aí está uma situação aborrecida. O que fazer? A quem pedir ajuda?

QTD

SOBRE

Chegar a casa depois de um dia de trabalho e encontrá-la a voar. Ora aí está uma situação aborrecida. O que fazer? A quem pedir ajuda? Já se sabe que as casas não vêm com manual de instruções, mas mesmo que isso acontecesse, será que alguém se lembraria de incluir um capítulo sobre casas voadoras? Esta história é sobre esse raro fenómeno: uma casa que, sem mais nem menos, decide descolar. E como para casos raros a solução nunca está à mão, e nem mesmo ao pé, o dono desta casa não sabe o que fazer. Por onde começar quando a nossa casa levanta voo? Bombeiros? Polícia? Gabinete de Facilitação e Segurança na Aviação Civil? Nada fácil, mesmo. As casas, como tudo o que é importante e essencial na nossa vida, não se devem perder de vista. Bruaá

ACTIVIDADES

 

Detalhes

Autores

Davide Cali + Catarina Sobral

Formato

190X260mm

Páginas

32

ISBN

978-989-8166-27-2

FOLHEAR

AUTORES

Davide Cali é um dos mais originais e aclamados escritores de livros ilustrados para o público infantil e adulto da actualidade. Nasceu em 1972, em Liestal, na Suíça, e vive em Itália. Começou a sua carreira na revista Linus. Desde 2000 já escreveu dezenas de livros para crianças tendo já sido premiado várias vezes Conhecido pela sua versatilidade e criatividade, o trabalho de Cali passa também pela banda desenhada, teatro e música. As suas obras encontram-se traduzidas em dezenas de países. Com a Bruaá, Davide Cali publicou originalmente “A rainha das rãs não pode molhar os pés” e “Arturo”, o seu 50º livro

Catarina Sobral nasce em Coimbra em 1985. Licencia-se em Design Gráfico em 2007 e conclui um mestrado em ilustração em 2012. Para além de uma presença regular na ilustração editorial, os seus livros foram já publicados em países como Brasil, França, Itália, Suécia, Hungria, Alemanha, Argentina e Coreia do Sul. Também através de exposições individuais e colectivas, a sua obra viaja por vários pontos do mundo e foi já reconhecida pela Feira do Livro Infantil de Bolonha, Prémio Nacional de Ilustração, Sociedade Portuguesa de Escritores, White Ravens e pela revista 3X3.

CRÍTICA

Uma parceria de luxo que resulta num dos mais belos livros ilustrados deste ano. Pedro Miguel Silva, Deus me Livro

Se há coisa que um livro infantil pode ser é surreal. Ninguém de meio metro de altura se importa em saber se as casas podem mesmo voar ou se todas as leis da física estão a ser quebradas com essa afirmação. A história destas páginas é impossível e, por isso, maravilhosa. Uma espécie de loucura ao estilo do "Processo" de Kafka, mas em linguagem para miúdos. Cinco estrelas para a imaginação do escriba Davide Cali e outras tantas para Catarina Sobral, que há muito tempo ganhou um espaço especial entre os nossos ilustradores preferidos. Ana Kotowicz, Jornal i

"a casa que voou" junta, pela primeira vez, a narrativa original, surreal e extremamente inteligente de davide cali - um autor suíço que escreveu uma história sobre a saudade - à ilustração certeira de catarina sobral. uma estreia feliz, com selo da bruaá. Sílvia Borges Silva, O Palácio da Lua

Ilustrado por Catarina Sobral, com um impecável trabalho de composição, sugestão de movimento e uso simbólico da cor, A Casa que Voou conduz-nos (é a palavra) para a dimensão das descobertas improváveis: as que guardamos sem saber. Da antepenúltima página: «No ar pairava o perfume das figueiras e o cheiro a lenha queimada. O homem já se tinha esquecido de como gostava destes cheiros.» Deixemos o final em suspenso, tal como esta casa que procura o seu lugar. Carla Maia de Almeida, O Jardim Assombrado

...desta dupla só poderia resultar um objeto assim: divertido, inesperado e sonhador – três adjetivos certeiros para as palavras de Cali e reforçados pelos desenhos de Catarina, que ilustra a história a lápis de carvão com apontamentos de cores primárias e dando-lhe ainda mais pormenores para descobrirmos (e as deliciosas expressões das personagens, conseguidas sempre de forma tão surpreendentemente simples). Bem hajam as casas que voam e os livros assim. Gabriela Lourenço, Revista Visão

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UM DIA A CASA FOI-SE EMBORA. SIMPLESMENTE ERGUEU-SE DO CHÃO E LEVANTOU VOO.